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Testamento e pandemia

A realização de testamentos aumentou em 134%, a partir de março de 2020, durante a pandemia do COVID 19, segundo dados do Colégio Notarial do Brasil.


Com isso, há uma reversão da tendência brasileira: pouco ou nada utilizar o testamento, ao contrário do que ocorre em outros países.


As razões podem ser muitas: desde não se querer falar da morte, não entendimento das minúcias que envolvem o procedimento de inventário e herança, ou acreditar que é uma despesa desnecessária (ou inalcançável).


Sejam quais forem as razões, parece que a pandemia do COVID-19 trouxe à luz a finitude e a vulnerabilidade das pessoas, levando-as a se preocuparem com o futuro dos filhos e netos, e a continuidade de seu legado.


O testamento é um instrumento eficiente para solucionar tais preocupações, independentemente do valor do patrimônio envolvido ou da quantidade de herdeiros.


Pode-se também utilizar o testamento para reconhecimento de filhos; para indicar quem cuidará do filho menor em caso de falecimento de ambos os pais; dispor sobre questões do funeral, dentre outros assuntos de importância e que geralmente não estão em nosso radar.

Se nestes momentos de incerteza a figura do testamento está ganhando destaque, é importante que seu uso se consolide para trazer mais segurança, planejamento e tranquilidade a todos os envolvidos na unidade familiar.