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O que os casarões abandonados nos ensinam sobre planejamento sucessório

Basta andar pela cidade de São Paulo para se deparar com vários casarões abandonados. Esses casarões, de 500 a 2.000 m², têm se desbotado nas regiões mais valorizadas de São Paulo, assim como suas eternas placas de "Vende-se" ou "Aluga-se".


É claro que existem diversos fatores para isso ocorrer: seja a falta de pressa em obter liquidez ou o alto custo de manutenção, principalmente aqueles que são tombados, pois, há uma exigência maior nas eventuais reformas.


Mas existem fatores que poderiam ser evitados: os entraves jurídicos, as longas disputas judiciais que envolvem muitos desses imóveis ou a falta de recursos dos herdeiros para arcar com os tributos que os envolvem.


Um planejamento sucessório bem executado pode funcionar como uma rede de segurança que ajuda a preservar o valor dos ativos, sejam imóveis ou não, minimizar o tempo de espera para que os herdeiros recebam a parte que lhe cabem, e ajuda a garantir a preservação do legado familiar.


Mas o planejamento sucessório, não é apenas para os donos de casarões. Todos, independentemente da situação financeira ou da idade, podem se beneficiar.


Seja através de doações, testamento ou de uma estruturação internacional, o planejamento sucessório exterioriza a sua vontade sobre como seus bens serão transmitidos. Ele organiza seus negócios e deixa um registro escrito de seus desejos e intenções, ele indica como deseja que sua propriedade, pertences, dinheiro e ativos financeiros sejam distribuídos evitando que exista desgaste financeiro e emocional.