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NEWS: Herança na WEG - Uma disputa milionária

Dos 33 nomes divulgados na Revista Forbes, 10 têm o patrimônio ligado à empresa WEG, que atua em geração e transmissão de energia e é uma das principais empresas no Brasil. E não é por menos; seu lucro líquido no último trimestre foi de R$ 742,2 milhões.


Mas essa saúde financeira pode ser impactada por uma disputa judicial entre os herdeiros de um dos seus fundadores, Eggon João da Silva.


Em seu casamento, sob o regime de comunhão total de bens, Eggon teve 5 filhos. Porém, numa investigação de paternidade judicial, outro filho, fruto de um relacionamento extraconjugal, passou a ter igual direito ao sobrenome paterno - e à uma fortuna milionária.


Metade dos bens (meação) pertence à viúva. Já o valor restante - incluindo a participação na WEG - seria dividido em partes iguais para os 6 filhos.


Mas o que seria uma divisão tranquila passou a ser uma acirrada disputa judicial, pois o filho extraconjugal contesta as doações feitas, em vida, pelo pai aos seus outros 5 filhos, com a alegação de que as doações foram uma estratégia para que os bens fossem direcionados somente aos 5 filhos.


A seu lado, os 5 filhos defendem que as doações feitas por Eggon foram oriundas apenas da parte disponível dos bens do falecido, ou seja: parcela da herança que não precisa ser obrigatoriamente direcionada aos herdeiros, sem qualquer limitação quanto à forma de divisão.


A Ação de Inventário, que corre desde 2015, está longe de ser decidida. E, a depender do resultado judicial, pode vir a impactar a WEG.


Há muitos mecanismos jurídicos disponíveis para mitigar tais consequências indesejáveis. Quer saber mais? Consulte-nos!